Agro-Sertão

O algodão agroecológico cuida da saúde do solo, de quem planta e de quem veste essa camisa.

Com o objetivo de resgatar a cultura do algodão no Rio Grande do Norte, que foi dizimada em meados da década de 1980 pela praga do bicudo, o Instituto Riachuelo apoia o programa Agro Sertão e garante 100% da compra do algodão em pluma.

Desde 2021 já foram:

Parceiros
  • EMBRAPA
  • SEBRAE-RN
  • Fundação Banco do Brasil
  • EMPARN
  • Prefeituras dos municípios do Rio Grande do Norte.

+100 pessoas reunidas em prol da retomada do algodão e da terra fértil!

Pelo menos a cada 2 meses, os agricultores e agricultoras do programa Agro-Sertão se encontram presencialmente no Seridó para trocar boas práticas em comunidade - considerando o desafio climático no semiárido. As Unidades de Aprendizado de Pesquisa Participativa (UAP’s) fazem parte da metodologia da Embrapa e os módulos de capacitação já contemplaram temas como:

Segurança alimentar a partir da cultura de rotação e diversificação das fontes de renda;
Colheita e reaproveitamento dos restos culturais como alimento proteico para animais;
Beneficiamento do algodão agroecológico, separando o caroço da pluma do algodão;
Entrega e plantio das sementes no rastro da chuva;
Como fazer biofertifizantes e defensivos naturais para garantir o cultivo 100% livre de agrotóxicos;
Plantio no rastro da chuva para evitar ao máximo o consumo de água.

Agroecologia à serviço da mitigação climática

O Agro-Sertão reúne metodologia, conhecimento, tecnologia e assessoria para transformar desafios em oportunidades no campo.

O programa combate à desertificação e a pobreza na região. Além de contribuir com a missão do Instituto, também faz parte da estratégia de adaptação climática da Riachuelo enquanto negócio.

O plantio do algodão agroecológico contribui para redução de emissões, riscos associados à escassez de matéria-prima e ainda democratiza produtos mais sustentáveis por um preço acessível.

Tingimento
natural

Soluções baseadas na natureza, cores que contam histórias e respeitam o planeta.

Além da matéria-prima regenerativa, acreditamos também nos corantes naturais, por isso, valorizamos espécies vegetais que dão origem à pigmentos e que são nativas do clima semiárido brasileiro.

A redução de impacto ambiental do tingimento natural comparado ao processo convencional já tem uma média comprovada:

Cerca de 46%

de uso de água e emissões

90%

de uso de sais

A Acácia Negra, Festuca e Indigofera deram origem a coloração rosa, marrom, verde e azul do primeiro produto fruto do Agro-Sertão que chegou nas lojas Riachuelo pela primeira vez em maio de 2025: as camisetas 100% de algodão agroecológico com tingimento de base natural nos modelos feminino, masculino e infantil.

Projeto
Anileira

O azul que merece uma atenção especial

Em parceria com a Química Inteligente, o Instituto Nacional do Semiárido (INSA) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), investimos na produção da Indigofera em Monteiro, na Paraíba, que dá origem a coloração azul a partir das folhas de diversas espécies de anileira.

Nosso objetivo é o desenvolvimento da cadeia produtiva do corante natural como uma nova fonte de renda para as famílias agricultoras no semiárido brasileiro. A iniciativa já soma um investimento de R$1,4 milhão, 1,7 hectares cultivado (Santa Catarina e Vila Lafayete) e 362 kg de pigmento produzidos.

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